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Desenvolvimento de sistema web sob medida

Marketplace, SaaS, painel administrativo e sistema interno. Plataforma feita pro seu processo, com controle de acesso pensado desde o banco de dados.

A App.co constrói plataforma web sob medida: marketplace com dois lados, SaaS por assinatura, painel administrativo e sistema interno de empresa. O front sai em SvelteKit, React com Next.js ou Angular, o backend em Node.js ou C# / .NET, e os dados ficam em PostgreSQL, MongoDB, Redis ou Supabase, conforme o que o produto pede.

Quatro cases publicados mostram o alcance disso. O Rural Imóveis é um marketplace com moderação de anúncio e controle de acesso por linha no banco. O Agrária Ortssippenbuch é um sistema interno atrás do login corporativo da cooperativa, hospedado em Azure. O Doxys é um SaaS por assinatura em produção, em espanhol. E o ALLTURISMO tem o dashboard em Angular onde o time do cliente cuida da rede de parceiros todo dia.

O que é um sistema web sob medida?

É o software que você não acha pronto porque ele nasce do seu processo, e não da média do mercado. Ferramenta de prateleira resolve bem o problema comum e nunca resolve o específico: chega uma hora em que a empresa passa a trabalhar do jeito que a ferramenta aceita, em vez do jeito que faz sentido.

Sob medida se paga em três situações: o processo é o diferencial do negócio, o dado precisa circular entre sistemas que já existem, ou o software é o produto que você vende. Fora disso, uma ferramenta pronta costuma ganhar, e a gente fala isso na conversa de escopo. Sai mais barato pra você e evita um projeto que ninguém vai querer manter.

Que tipo de sistema a App.co constrói?

Os formatos abaixo são os que já foram entregues e estão publicados no portfólio. Na prática eles se misturam: quase todo produto tem um lado voltado pro usuário final e um painel de bastidor onde alguém opera.

  • Marketplace com dois lados, onde quem anuncia e quem procura têm regras, permissões e telas diferentes.
  • SaaS por assinatura, com controle de acesso ao conteúdo e cobrança recorrente.
  • Painel administrativo pro time do cliente operar o produto sem depender de desenvolvedor.
  • Sistema interno restrito a quem tem vínculo com a empresa, integrado ao login corporativo que a casa já usa.
  • Dashboard de operação, consolidando o que vem do campo, do app ou do equipamento.
Ver os cinco projetos que já foram pro ar

Como o sistema controla quem vê o quê?

Permissão é onde marketplace e sistema interno quebram. Esconder um botão na tela não é controle de acesso: se a regra não está no servidor e no banco, ela não existe.

No Rural Imóveis o controle é feito por linha, com Row-Level Security no Supabase. Corretor e comprador consultam a mesma base e cada um enxerga só o que lhe cabe, porque a regra mora junto do dado. Antes de qualquer anúncio ir pro ar, ele ainda passa por um painel de moderação.

Como o Rural Imóveis separa corretor e comprador dentro do banco

Dá pra usar o login corporativo que a empresa já tem?

Dá, e costuma ser a decisão mais barata do projeto. Cada credencial nova é mais uma senha pra esquecer, mais um acesso pra revogar quando alguém sai e mais uma planilha de controle que ninguém atualiza.

No Agrária Ortssippenbuch o login é via Microsoft Entra ID, o que restringe o acervo aos membros da cooperativa sem criar cadastro paralelo. Quem entra na cooperativa já entra com acesso, e quem sai perde o acesso junto com a conta. O sistema roda dentro do ambiente Azure que a casa já usava.

Ver o case do sistema interno da cooperativa Agrária

Quem publica conteúdo depois que o sistema fica pronto?

Você. Sistema que exige abrir chamado pra trocar um texto vira gargalo em duas semanas e some do orçamento de manutenção no ano seguinte.

No Doxys a equipe médica publica resumo clínico direto pelo painel, sem pedir pra dev liberar. No ALLTURISMO o time interno cadastra restaurante e modera oferta pelo dashboard em Angular. Nos dois casos a ideia é a mesma: quem entende do conteúdo mexe no conteúdo.

Ver como o Doxys entrega a publicação pra equipe médica

SvelteKit, React ou Angular: como a gente escolhe?

Pela cara do produto e por quem vai manter depois, não por moda. SvelteKit rende quando a página tem que abrir rápido no celular e o conteúdo é o produto, como no Doxys. Next.js entrega página pública indexável com bastante conteúdo, que é o caso do Rural Imóveis. React puro atende bem interface densa de dado, como a árvore genealógica do Agrária. Angular se paga em painel administrativo grande, com formulário e permissão em todo canto, como o dashboard do ALLTURISMO.

No backend a régua é a mesma. A App.co já entregou API em NestJS sobre PostgreSQL, em Node.js com Express e Prisma e em C# / .NET. Se a sua equipe já vive em uma dessas stacks, isso pesa na escolha: sistema que ninguém da casa sabe manter é dívida com data marcada.

Conhecer quem escolhe a stack na App.co

E quando o sistema precisa falar com outro sistema?

Quase sempre precisa. Plataforma web raramente vive sozinha: tem o ERP da empresa, o serviço de pagamento, o equipamento no campo, o login corporativo, a ferramenta que o time comercial já usa.

Essa camada é um trabalho de natureza diferente do resto do sistema, e por isso tem página própria aqui. A diferença é que você depende de um lado que não controla, e o projeto passa a ser tão previsível quanto a documentação do outro lado.

Ver como a App.co faz integração de sistemas e APIs

Stack

O que a gente usa aqui

Frontend

SvelteKitReactNext.jsAngularTypeScriptTailwind

Backend

Node.jsNestJSExpressPrismaC# / .NET

Dados

PostgreSQLMongoDBRedisSupabase

Infra & acesso

AzureCloudflare PagesMicrosoft Entra IDRow-Level Security

Dúvidas

Perguntas que sempre aparecem

Quanto tempo leva pra colocar um sistema web no ar?

Quem manda no prazo é a quantidade de telas de bastidor, não o tamanho da parte pública. Uma primeira versão enxuta, no formato de MVP, costuma levar de 6 a 12 semanas. Painel administrativo, backend próprio e mais de um perfil de usuário empurram esse intervalo pra cima. O que a gente entrega antes de assinar qualquer coisa é a lista de etapas com a estimativa de cada uma, calculada em cima do seu escopo.

Sistema sob medida ou ferramenta pronta: como decidir?

Se o processo que você quer automatizar é igual ao de qualquer empresa do seu tamanho, ferramenta pronta ganha, e a gente fala isso. Sob medida se paga quando o processo é o diferencial do negócio, quando o dado precisa circular entre sistemas que já existem, ou quando o software é o produto que você vende. Fora desses casos, você está pagando pra reconstruir o que já existe.

O sistema pode ficar restrito a quem é da empresa?

Pode. No Agrária Ortssippenbuch o acesso é resolvido pelo Microsoft Entra ID: só entra quem tem conta corporativa da cooperativa, e desligar a conta já tira o acesso ao acervo. Quando não existe login corporativo, o mesmo controle é feito dentro do próprio sistema, com permissão validada no servidor e no banco, como no Rural Imóveis.

Dá pra levar pro sistema o que hoje está numa planilha?

Dá, e planilha é o ponto de partida mais comum. Ela costuma trazer o modelo de dado real do negócio, com os apelidos e as exceções que ninguém documentou, então a gente lê a planilha antes de desenhar o banco. No Agrária Ortssippenbuch o registro em papel deu lugar a um acervo digital com busca por sobrenome e navegação por descendência.

Depois de entregar, vocês somem?

Não. A gente entrega e fica por perto depois, e o combinado de evolução e suporte é definido antes, não no calor da urgência. O Doxys segue em produção em doxys.co e o Rural Imóveis está no ar com corretor cadastrando imóvel e comprador falando direto com o vendedor.

Tem um sistema pra tirar do papel?

Conta o que precisa. A gente responde rápido e fala reto.

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